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PROJETOS ARTÍSTICOS

Projetos artísticos originais que exploram a música brasileira, a colaboração orquestral, a improvisação, a música de câmara e a criação de conjuntos contemporâneos.
Rafael Piccolotto de Lima conducting Orquestra Urbana during a performance of original large ensemble music at Sala São Paulo

Meus projetos artísticos funcionam como plataformas criativas de longo prazo por meio das quais a composição, o arranjo, a improvisação, a direção musical, a produção de gravações e o desenvolvimento artístico colaborativo evoluem ao longo do tempo.

 

Em vez de existirem como grupos isolados, esses projetos criam diferentes ambientes para explorar ideias musicais, interação entre conjuntos e colaboração artística. Cada projeto tem sua própria identidade, repertório e foco criativo, mantendo-se conectado a uma prática mais ampla centrada na música brasileira, no pensamento orquestral, na improvisação e na escrita contemporânea para conjuntos.

 

Em conjunto, esses projetos formam alguns dos principais laboratórios criativos por meio dos quais meu trabalho artístico continua a se desenvolver.

ORQUESTRA URBANA

Fundada em São Paulo em 2014, a Orquestra Urbana é uma orquestra brasileira de jazz dedicada a composições originais, arranjos, improvisação e música contemporânea para grandes conjuntos.

 

O grupo reúne músicos ligados às comunidades brasileiras de jazz, música orquestral e música instrumental por meio de projetos que combinam tradições rítmicas brasileiras, escrita orquestral, improvisação e práticas contemporâneas de conjunto.

 

Ao longo dos anos, a Orquestra Urbana tem servido como uma das principais plataformas para o desenvolvimento da minha música original para grandes conjuntos, incluindo obras encomendadas, gravações, colaborações interdisciplinares e apresentações em espaços como a Sala São Paulo, o SESC São Paulo e outras instituições dedicadas à música brasileira contemporânea.

 

O projeto continua sendo uma plataforma artística ativa para o trabalho criativo contínuo, envolvendo composição, arranjo, improvisação e colaboração de grandes grupos.

 

→ Explore a Orquestra Urbana

PROJETO CÂMARA RAFAEL PICCOLOTTO DE LIMA

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Criado em Nova York, o Rafael Piccolotto de Lima Chamber Project foi desenvolvido como um conjunto flexível dedicado a explorar a relação entre música de câmara, música brasileira, texturas orquestrais, improvisação e interação contemporânea em conjunto.

 

Em vez de funcionar como um grupo fixo, o projeto funciona como uma plataforma capaz de se adaptar a diferentes instrumentações e contextos artísticos, desde formações de câmara intimistas até configurações maiores de orquestra de câmara.

 

O projeto foi apresentado em locais como o Dizzy's Club no Jazz at Lincoln Center, o National Sawdust, o Rockwood Music Hall e o Shapeshifter Lab, incluindo colaborações com artistas como Romero Lubambo, Rogério Boccato, John Raymond, Vitor Gonçalves, Haidar Neuber e Lívio Almeida.

 

O Chamber Project também se tornou a base artística a partir da qual surgiram projetos posteriores, incluindo o Forró Sem Palavras, que nasceu de ideias exploradas inicialmente nesse ambiente mais amplo de conjunto de câmara.

 

Embora atualmente menos ativo como projeto de performance independente, continua sendo uma parte importante da linhagem artística que conecta muitas das minhas obras de câmara, orquestrais e colaborativas.

 

→ Explore o Projeto da Câmara

Rafael Piccolotto de Lima Chamber Project during its debut performance at Rockwood Music Hall in New York featuring winds, string quartet, and rhythm section

FORRÓ SEM PALAVRAS

Performance of Forró Sem Palavras at National Sawdust during the Forró New York Weekend festival in New York

Fundado em Nova York em 2018, o Forró Sem Palavras é um projeto instrumental dedicado à exploração do forró através da música de câmara, improvisação, escrita orquestral e práticas contemporâneas de conjunto brasileiro.

 

Originalmente desenvolvido a partir de ideias artísticas exploradas no âmbito do Chamber Project, o Forró Sem Palavras evoluiu gradualmente para um projeto independente com repertório, identidade artística e histórico de apresentações próprios.

 

O projeto combina elementos de forró, música instrumental brasileira, interação de câmara, improvisação e texturas orquestrais por meio de apresentações que envolvem cordas, sopros, seção rítmica e artistas convidados.

 

As apresentações ocorreram em locais e festivais como o National Sawdust, o Toronto Jazz Festival, o Montréal Forró Festival, a Biblioteca Pública do Brooklyn, o SESC São Paulo, além de colaborações com orquestras no Brasil e no Canadá.

 

Hoje, o Forró Sem Palavras funciona como uma das principais expressões artísticas do meu interesse contínuo pelas tradições musicais brasileiras, pela composição para conjuntos de câmara, pela improvisação e pela colaboração orquestral.

 

→ Explore o Forró Sem Palavras

COMPOSITOR E ARRANJADOR

Embora cada projeto mantenha sua própria identidade artística, eles estão conectados por meio de uma prática criativa mais ampla que envolve composição, arranjo, improvisação, direção musical, produção fonográfica, pesquisa artística e criação colaborativa.

 

As ideias desenvolvidas em um projeto frequentemente influenciam outros, criando uma troca contínua entre música de câmara, grandes conjuntos, tradições musicais brasileiras, colaboração orquestral e práticas de performance contemporâneas.

 

Em conjunto, esses projetos funcionam como ecossistemas artísticos de longo prazo, por meio dos quais novas obras, gravações, performances, colaborações e direções criativas continuam a surgir.

PÁGINAS RELACIONADAS

→ Composição e Arranjo

→ Orquestra e Big Band

→ Direção Musical

→ Pesquisa e Desenvolvimento Artístico

→ Comissões

→ Contato

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