
SOBRE RAFAEL PICCOLOTTO DE LIMA
COMPOSITOR, ARRANJADOR, REGENTE E DIRETOR MUSICAL
Rafael Piccolotto de Lima é um compositor, arranjador, maestro, diretor musical, produtor, curador e educador brasileiro que atua nas áreas de música orquestral, jazz, música brasileira, música de câmara, improvisação, big band, orquestra de jazz e práticas colaborativas de grandes conjuntos. Seu trabalho combina composição, arranjo, direção musical, produção fonográfica, pesquisa e colaboração artística interdisciplinar por meio de projetos desenvolvidos internacionalmente através de parcerias nas Américas e na Europa.
compositor indicado ao Grammy Latino
Compositor, arranjador, maestro e diretor musical com atuação em orquestras, orquestras de jazz e grandes conjuntos.
Projetos artísticos que conectam música brasileira, jazz, improvisação, música de câmara e música de concerto contemporânea.
Colaborações com orquestras, conjuntos de jazz, grupos de câmara, festivais, universidades e instituições culturais internacionais.
BIOGRAFIA PROFISSIONAL
Rafael Piccolotto de Lima é compositor, arranjador, regente, diretor musical, produtor, curador e educador brasileiro. Seu trabalho explora os encontros entre música orquestral, jazz, tradições musicais brasileiras, improvisação, música de câmara, big band, jazz orchestra e práticas colaborativas para grandes grupos instrumentais. Indicado ao Latin Grammy como compositor erudito aos 27 anos, Rafael desenvolveu projetos envolvendo orquestras sinfônicas, jazz orchestras, grupos de câmara, gravações, produções interdisciplinares e colaborações em música brasileira contemporânea realizadas internacionalmente por meio de projetos desenvolvidos nas Américas e na Europa.
Suas obras, arranjos e produções envolveram artistas como Chick Corea, Terence Blanchard, Brad Mehldau, Gregory Porter, Ivan Lins, Romero Lubambo, Hamilton de Holanda, João Bosco, Mônica Salmaso, Liniker, Alceu Valença, Chico César, Mariana Aydar, Vanessa da Mata, Martinho da Vila, Alcione, entre muitos outros. Seu trabalho também inclui colaborações com grupos e instituições como a Brasil Jazz Sinfônica (antiga Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo), Metropole Orkest, Symphony of the Americas, Symphonic Jazz Orchestra, National Symphony Orchestra of Costa Rica, Henry Mancini Institute Orchestra, BMI Jazz Composers Workshop, Jazz at Lincoln Center, Carnegie Hall e National Sawdust.
Além de sua atuação como compositor e arranjador, uma parte significativa da atividade artística de Rafael envolve a concepção, direção e desenvolvimento de projetos artísticos de longo prazo que aproximam orquestras, improvisadores, instituições, educadores e comunidades criativas em diferentes contextos musicais.
Após sua indicação ao Latin Grammy, Rafael tornou-se membro votante tanto da Latin Recording Academy quanto da Recording Academy nos Estados Unidos.
Nascido em Campinas, Rafael iniciou sua formação artística por meio de experiências simultâneas em composição erudita, música popular brasileira, improvisação em jazz e escrita para grandes grupos instrumentais. Durante seus estudos na UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas, desenvolveu projetos envolvendo música de câmara, jazz orquestral, música instrumental brasileira, grupos experimentais, colaborações sinfônicas e práticas de big band, além de realizar uma pesquisa sobre a linguagem da tradição brasileira de big band através de um estudo apoiado pela FAPESP dedicado à obra de Nailor Azevedo Proveta e da Banda Mantiqueira.
Posteriormente, Rafael mudou-se para os Estados Unidos para realizar seus estudos de pós-graduação na Frost School of Music - University of Miami, onde concluiu tanto o mestrado em Studio Jazz Writing quanto o doutorado em Jazz Composition. Durante seus anos em Miami, atuou como Composer Fellow e regente assistente no Henry Mancini Institute, recebendo a ASCAP Foundation Henry Mancini Music Fellowship. Sua ligação com o Instituto tornou-se uma parte central de sua formação artística e acadêmica, permanecendo ativo como Composer Fellow por cinco anos através de uma posição especial de fellowship criada para ele dentro da organização. Nesse período, trabalhou de perto com artistas, compositores e regentes como Maria Schneider, Vince Mendoza, Terence Blanchard e James Newton Howard, participando de concertos, gravações, workshops, produções e atividades educacionais que influenciaram profundamente sua linguagem artística.
Sua pesquisa de doutorado, intitulada “Blurred Distinctions; Beyond Third Stream – A Study in Composition of Confluent Hybrid Musical Styles: The Amalgam of Jazz and Classical Concert Music”, tornou-se uma das bases conceituais centrais de seu trabalho artístico, especialmente em sua investigação de linguagens musicais híbridas conectando escrita orquestral, improvisação, música brasileira, música de câmara, tradições de jazz orchestra e práticas colaborativas para grupos instrumentais.
Após mudar-se para Nova York em 2016, Rafael tornou-se membro do BMI Jazz Composers Workshop, um dos principais fóruns internacionais dedicados à composição contemporânea para big band. Em Nova York, fundou o Rafael Piccolotto de Lima Chamber Project, apresentado em espaços como Dizzy’s Club no Jazz at Lincoln Center, Rockwood Music Hall e Shapeshifter Lab. Uma gravação ao vivo do projeto, com participação do guitarrista brasileiro Romero Lubambo, foi lançada pelo selo Sunnyside Records com texto de apresentação assinado por Wynton Marsalis.
Paralelamente às suas atividades em Nova York, Rafael continua dirigindo a Orquestra Urbana, grupo fundado em São Paulo em 2014 dedicado a composições originais, colaborações orquestrais, música brasileira contemporânea para grandes grupos instrumentais, tradições de jazz orchestra e práticas de big band. Também desenvolveu o projeto interdisciplinar Forró Sem Palavras, apresentado em espaços e festivais como National Sawdust, Toronto Jazz Festival, Montreal Forró Festival, SESC São Paulo e outras instituições culturais nas Américas.
No Brasil, Rafael mantém uma colaboração contínua com a Brasil Jazz Sinfônica, escrevendo dezenas de arranjos e obras orquestrais para produções envolvendo artistas como Ivan Lins, João Bosco, Liniker, Vanessa da Mata, Tim Bernardes, Dora Morelenbaum, Mônica Salmaso, Toninho Ferragutti, Alceu Valença, Martinho da Vila, Alcione, Arnaldo Antunes, Chico César, Mariana Aydar, Mestrinho, Céu, entre muitos outros. Muitos desses projetos foram gravados e transmitidos nacionalmente pela TV Cultura.
Como regente, diretor musical, curador artístico e curador musical, Rafael dirigiu concertos sinfônicos, produções para jazz orchestra, projetos de big band e performances colaborativas envolvendo música brasileira contemporânea, performance orquestral, improvisação e criação artística interdisciplinar, ao mesmo tempo em que continua desenvolvendo projetos educacionais, programas de mentoria, pesquisa artística e cursos ligados à composição, arranjo, processo criativo, música brasileira e práticas contemporâneas para grandes grupos instrumentais.
COLABORAÇÕES, ORQUESTRAS, INSTITUIÇÕES E LOCAIS SELECIONADOS
ARTISTAS SELECIONADOS
Chick Corea
Terence Blanchard
Brad Mehldau
Gregory Porter
Ivan Lins
Romero Lubambo
Hamilton de Holanda
João Bosco
Mônica Salmaso
Linker
Vanessa da Mata
Alceu Valença
Chico César
Mariana Aydar
Mestrinho
Martinho da Vila
Alcione
Arnaldo Antunes
Zélia Duncan
Céu
Tim Bernardes
Dora Morelenbaum
Toninho Ferragutti
Paula Morelenbaum
Diogo Nogueira
Renato Borghetti
ORQUESTRAS SELECIONADAS, ORQUESTRAS DE JAZZ E BIG BANDS
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Brasil Jazz Sinfônica (São Paulo, Brasil)
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Orquestra Metropole (Países Baixos)
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Sinfonia das Américas (Flórida, EUA)
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Orquestra Sinfônica de Jazz (Los Angeles, EUA)
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Orquestra Sinfônica Nacional da Costa Rica (Costa Rica)
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Orquestra do Instituto Henry Mancini (Miami, EUA)
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Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (Campinas, Brasil)
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Orquestra Sinfônica Brasileira - OSB (Rio de Janeiro, Brasil)
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Orquestra Sinfônica de Guarulhos (Guarulhos, Brasil)
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Orquestra Sinfônica de Santo André (São Paulo, Brasil)
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Orquestra Sinfônica da FIU (Miami, EUA)
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Orquestra de Jazz BMI/NY (Nova York, EUA)
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Orquestra Urbana (São Paulo, Brasil)
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Projeto Câmara Rafael Piccolotto de Lima (Nova York, EUA)
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Orquestra de Jazz Rafael Piccolotto de Lima (Brasil/EUA)
UNIVERSIDADES E INSTITUIÇÕES DE ENSINO SELECIONADAS
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Universidade de Miami - Escola de Música Frost
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Instituto Henry Mancini
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UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
ORGANIZAÇÕES ARTÍSTICAS, MÍDIAS E INSTITUIÇÕES CULTURAIS SELECIONADAS
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Oficina de Compositores de Jazz da BMI
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A Academia de Gravação (Prêmios GRAMMY)
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A Academia Latina da Gravação (Prêmios GRAMMY Latino)
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Jazz no Lincoln Center
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SESC São Paulo
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PBS
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TV Cultura
LOCAIS E ESPAÇOS PARA APRESENTAÇÕES SELECIONADOS
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Carnegie Hall - Weill Recital Hall (Nova Iorque, EUA)
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Sala São Paulo (São Paulo, Brasil)
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Dizzy's Club - Jazz no Lincoln Center (Nova Iorque, EUA)
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Serragem Nacional (Nova Iorque, EUA)
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Centro DiMenna de Música Clássica (Nova Iorque, EUA)
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Centro Adrienne Arsht para as Artes Cênicas (Miami, EUA)
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Centro de Artes Cênicas de Broward (Fort Lauderdale, EUA)
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Memorial da América Latina (São Paulo, Brasil)
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Teatro B32 (São Paulo, Brasil)
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Blue Note São Paulo (São Paulo, Brasil)
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Rockwood Music Hall (Nova Iorque, EUA)
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Laboratório Shapeshifter (Nova Iorque, EUA)
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Biblioteca Pública do Brooklyn (Nova Iorque, EUA)
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Tivoli Vredenburg (Utrecht, Holanda)
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Théâtre de Verdure (Montreal, Canadá)
FESTIVAIS E SÉRIES SELECIONADOS
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Festival de Jazz de Toronto
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Instrumental SESC Brasil
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Festival de Música Contemporânea Brasileira
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Matinais na Sala São Paulo
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Festival de Forró de Montreal
→ Explore projetos artísticos selecionados
DESENVOLVIMENTO ARTÍSTICO E TRAJETÓRIA PROFISSIONAL
As seções abaixo fornecem uma visão geral mais detalhada do meu desenvolvimento artístico, formação acadêmica, atividades de pesquisa, principais projetos e trajetória profissional no Brasil, nos Estados Unidos e em ambientes de colaboração internacional.
Esta narrativa ampliada complementa a biografia profissional acima e oferece contexto adicional sobre as experiências, instituições, projetos artísticos e colaborações que moldaram meu trabalho como compositor, arranjador, maestro, diretor musical e educador.
Indicado para o Grammy Latino como compositor erudito, Rafael tem múltiplos prêmios como arranjador, orquestrador, diretor musical, produtor e educador. Ele teve obras estreadas e gravadas por artistas como as lendas do jazz Terence Blanchard, Chick Corea e Brad Mehldau, renomados artistas brasileiros como Ivan Lins, Romero Lubambo, e Proveta, e orquestras como a Jazz Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica das Américas, Metropole Orkest (Holanda) e Orquestra Nacional da Costa Rica.

PESQUISA E LINGUAGEM DE BIG BAND BRASILEIRA
Paralelamente às suas atividades artísticas, Rafael desenvolveu pesquisas acadêmicas focadas na linguagem da tradição brasileira das big bands. Como bolsista da FAPESP, conduziu um estudo detalhado dos arranjos e práticas composicionais do compositor e arranjador brasileiro Nailor Azevedo Proveta e da influente Banda Mantiqueira, combinando catalogação histórica, análise musical e entrevistas. Essa pesquisa tornou-se um dos fundamentos de seu interesse artístico de longa data pela escrita orquestral brasileira, pelas práticas de grandes conjuntos e pelas linguagens musicais híbridas.
UNIVERSIDADE DE MIAMI E INSTITUTO HENRY MANCINI
Após se formar na UNICAMP com diplomas em composição clássica e performance de música popular, Rafael mudou-se para os Estados Unidos para cursar pós-graduação na Frost School of Music da Universidade de Miami, onde concluiu um mestrado em composição de jazz e um doutorado em composição de jazz.
Durante os cinco anos em que viveu em Miami, atuou como compositor bolsista e maestro assistente no Instituto Henry Mancini, recebendo a Bolsa de Música Henry Mancini da Fundação ASCAP. Nesse período, trabalhou em estreita colaboração com artistas, compositores e maestros como Maria Schneider, Vince Mendoza e Terence Blanchard, participando de concertos, gravações, produções orquestrais e projetos de grandes conjuntos que moldaram profundamente sua linguagem artística.
Uma das produções marcantes desse período foi “Spanish Suite”, um extenso arranjo orquestral que combinava “Spain”, de Chick Corea, com o “Concierto de Aranjuez”, de Joaquín Rodrigo, em uma obra orquestral de grande escala interpretada por Chick Corea, Terence Blanchard e o cantor de ópera Eric Owens, como parte do projeto “Jazz and the Philharmonic” do Instituto Henry Mancini. A produção foi posteriormente lançada em transmissões da PBS, DVD e programas de televisão.
Durante seus estudos de pós-graduação, Rafael recebeu um total de 13 prêmios DownBeat em categorias como composição, arranjo, escrita para grandes conjuntos, regência, engenharia de gravação e produção em estúdio. Ele também recebeu duas vezes o prêmio ASCAP Herb Alpert Young Jazz Composer Award e participou de importantes programas internacionais, como o Metropole Orkest Arrangers Workshop, na Holanda, sob a direção de Vince Mendoza.
O trabalho de Rafael também tem sido associado a organizações dedicadas à interseção entre as tradições orquestrais e do jazz, incluindo a Symphonic Jazz Orchestra em Los Angeles, um dos principais conjuntos dedicados à colaboração sinfônica de jazz em grande escala.

PESQUISA, LINGUAGENS MUSICAIS HÍBRIDAS E TRABALHO DE DOUTORADO
A tese de doutorado de Rafael, intitulada "Distinções Borradas; Além da Terceira Corrente – Um Estudo sobre a Composição de Estilos Musicais Híbridos Confluentes: A Amálgama do Jazz e da Música Clássica de Concerto", investigou as interseções entre jazz, música de concerto, improvisação e práticas composicionais híbridas por meio da análise dos compositores Maria Schneider, Vince Mendoza e John Psathas.
A pesquisa tornou-se um fundamento conceitual central para o trabalho artístico de Rafael, particularmente sua exploração de linguagens híbridas orquestrais que conectam a música brasileira, a improvisação, a música de câmara, a música de concerto contemporânea e as práticas colaborativas de grandes conjuntos.
→ Explore PESQUISA E DESENVOLVIMENTO ARTÍSTICO
NOVA IORQUE, BMI E PROJETOS INTERNACIONAIS
Após se mudar para Nova York em 2016, Rafael tornou-se membro do BMI Jazz Composers Workshop, um dos principais fóruns internacionais dedicados à composição contemporânea para big band. Durante seus anos no workshop, ele desenvolveu novas obras sob a mentoria de compositores e maestros como Ted Nash e Alan Ferber, ao mesmo tempo em que aprofundava sua conexão com a tradição contemporânea das orquestras de jazz de Nova York.
Em Nova York, Rafael fundou o Rafael Piccolotto de Lima Chamber Project, um conjunto de câmara que explora a relação entre a escrita de jazz orquestral, as texturas da música de câmara, a improvisação e as influências musicais brasileiras. O projeto se apresentou em locais como o Dizzy's Club no Jazz at Lincoln Center, o Rockwood Music Hall e o Shapeshifter Lab.
Um dos principais marcos do projeto foi uma longa temporada no Dizzy's Club ao lado do guitarrista brasileiro Romero Lubambo. O álbum ao vivo resultante, lançado pela Sunnyside Records, contou com notas de encarte escritas por Wynton Marsalis.
Durante seus anos de doutorado, Rafael também fez sua estreia no Carnegie Hall no Weill Recital Hall em Nova York, como parte de um concerto de gala ligado à Embaixada da Bulgária, apresentando uma obra original inspirada em temas musicais búlgaros e influências musicais brasileiras em colaboração com o virtuoso da percussão Svetoslav Stoyanov.
Durante esse mesmo período, Rafael também participou de projetos colaborativos envolvendo compositores internacionais, produções artísticas interdisciplinares, sessões de gravação, projetos audiovisuais e apresentações em toda a cena do jazz e da música contemporânea de Nova York.

PROJETOS DE ORQUESTRA URBANA E GRANDE CONJUNTO
Paralelamente às suas atividades em Nova York, Rafael continuou dirigindo a Orquestra Urbana, um grande conjunto fundado em São Paulo em 2014, dedicado a composições originais, colaborações orquestrais, música brasileira e escrita contemporânea para grandes conjuntos.
O grupo tornou-se uma das principais plataformas para as composições originais e projetos orquestrais híbridos de Rafael, reunindo músicos de importantes orquestras brasileiras e grupos de jazz, incluindo membros da Banda Mantiqueira e da Brasil Jazz Sinfônica.
O grupo já se apresentou em locais como a Sala São Paulo e o SESC São Paulo e recentemente concluiu as gravações de um novo álbum para grande conjunto, que está atualmente em fase de pós-produção.
FORRÓ SEM PALAVRAS & PROJETOS INTERDISCIPLINARES
Rafael também desenvolveu o projeto interdisciplinar Forró Sem Palavras, um projeto de música de câmara e orquestral que explora a interseção entre as tradições musicais do Nordeste brasileiro, a improvisação, a música de câmara e as linguagens orquestrais contemporâneas.
O projeto já foi apresentado em espaços como National Sawdust, Brooklyn Public Library, Shapeshifter Lab, El Taller Latinoamericano, Toronto Jazz Festival, Montreal Forró Festival, SESC Campinas e Instrumental SESC Brasil.
O Forró Sem Palavras também se expandiu para colaborações orquestrais envolvendo conjuntos sinfônicos e alguns dos principais músicos instrumentistas do Brasil, incluindo Toninho Ferragutti, Edu Ribeiro, Paulo Braga e outros grandes artistas ligados à música instrumental brasileira.

COLABORAÇÕES SINFÔNICAS BRASILEIRAS
No Brasil, Rafael mantém uma colaboração contínua com a Brasil Jazz Sinfônica como arranjador, compositor e colaborador, tendo escrito dezenas de arranjos e obras orquestrais para produções que envolvem importantes artistas brasileiros e colaborações sinfônicas.
Essas produções incluem arranjos e obras orquestrais para artistas como Ivan Lins, João Bosco, Liniker, Vanessa da Mata, Mônica Salmaso, Tim Bernardes, Dora Morelenbaum, Toninho Ferragutti, Arnaldo Antunes, Alceu Valença, Mariana Aydar, Mestrinho, Chico César, Martinho da Vila, Alcione, Diogo Nogueira, Céu, Paula Morelenbaum, Geraldo Azevedo, Renato Borghetti, Filó Machado, Hamilton de Holanda e muitos outros.
Muitos desses projetos foram gravados e transmitidos nacionalmente pela TV Cultura e apresentados em espaços como Sala São Paulo, Memorial da América Latina, Blue Note São Paulo e Teatro B32.
Rafael também atuou como maestro convidado e compositor da Symphony of the Americas em projetos que exploram a interseção entre música orquestral, jazz, música brasileira e linguagens musicais híbridas contemporâneas. Essas colaborações incluíram a produção especial “Orchestra Meets Jazz!”, apresentada no Broward Center for the Performing Arts, que contou com a estreia de sua composição “RAIAR: Lullaby of the Moon”, encomendada para celebrar a 30ª temporada da orquestra.
→ Explore a PRÁTICA CRIATIVA

DIREÇÃO MUSICAL, EDUCAÇÃO E PESQUISA ARTÍSTICA
Como maestro e diretor musical, Rafael dirigiu concertos sinfônicos e produções colaborativas dedicadas à música contemporânea brasileira, ao jazz, à performance orquestral e à criação artística interdisciplinar.
Seus trabalhos recentes incluem concertos com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, com artistas como João Bosco e Hamilton de Holanda, além de colaborações orquestrais desenvolvidas no Brasil, em Nova York e no Canadá.
Paralelamente às suas atividades artísticas, Rafael continua desenvolvendo projetos educacionais, programas de mentoria, cursos, pesquisas artísticas e atividades de ensino relacionadas à composição, arranjo, música brasileira, processo criativo, colaboração orquestral, improvisação e práticas contemporâneas de grandes conjuntos.
→ Explore as opções selecionadas de DIREÇÃO MUSICAL
MÍDIA E IMPRENSA SELECIONADAS
"A cada audição, você ouve algo novo e inspirador. Esta gravação é inovadora, sofisticada e repleta do raro otimismo de dois mestres em pleno vôo."
- Wynton Marsalis, 2021.
"Piccolotto evoca uma cornucópia de texturas sonoras."
- Revista Downbeat, 2022.
"Um verdadeiro líder"
- Revista Metrópole, Brasil, 2019.
"Prodígio de Campinas"
- Revista Absoluta, Brasil, 2016.
“Rafael é conhecido por seu cruzamento de estilos, criando verdadeiros híbridos”
- Notas do programa Carnegie Hall, Nova York, 2014.
“Um artista renascentista com um grande futuro”
- Gary Lindsay para Score Magazine, Miami, 2014.
“Rafael é considerado uma das revelações da música erudita do país”
- Jornal Correio Popular, Brasil, 2014.
“Um talento raro, hábil nas artes da composição e regência”
- Programa Prelúdio, Canal Cultura, Brasil, 2010.
(Competição nacional brasileira para jovens músicos)
NOTÍCIAS EM SITES EXTERNOS
Escola de Música Frost
Globo
Estadão (O Estado de São Paulo)
UNICAMP
Ambientais:
Movimento
PRÊMIOS E RECONHECIMENTOS SELECIONADOS
Indicação ao Grammy Latino de Melhor Compositor Clássico
13 prêmios DownBeat nas categorias de composição, arranjo, regência e produção musical.
Prêmio ASCAP Herb Alpert para Jovens Compositores de Jazz (2x)
Finalista do showcase anual do BMI Jazz Composers Workshop
Participante do Workshop de Arranjadores da Orquestra Metropole
Menção honrosa no Concurso de Comissionamento George Duke
Prêmio JEN de Apresentação de Composição Estudantil
Bolsa de Pesquisa FAPESP
Prêmio Ricardo Rizek de Composição Latino-Americana - Primeiro Lugar
Carlos Gomes
2018 - Finalista do Workshop de Compositores de Jazz da BMI NY (Charlie Parker Jazz Composição Prêmio): Raiar.
2017 - Finalista do Workshop de Compositores de Jazz da BMI NY (Charlie Parker Jazz Composição Prêmio): Espaço negativo.
2017 - Seleção do simpósio da ISJAC (Sociedade Internacional de Arranjadores e Compositores de Jazz): Espaço negativo.
2017 - Prêmio aluno de graduação da revista Downbeat: Melhor Engenheiro de Gravação em Estúdio.
2017 - Prêmio aluno de graduação da revista Downbeat: Melhor arranjo: Jumble.
2016 - Medalha Carlos Gomes.
2016 - Prêmio estudante graduado da revista Downbeat: “excelente arranjo de orquestra de estúdio” (Spanish Suite, com Chick Corea e Terence Blanchard)
2016 - Prêmio para estudante de graduação da revista Downbeat: “conjunto latino excepcional”: Conjunto Grande Rafael Piccolotto de Lima
2016 - George Duke Commissioning Competition (Symphonic Jazz Orchestra): Segundo lugar (Trickster)
2015 - Concurso ASMAC Pete Rugolo BIG BAND de Organização e Composição: Prêmio Honorário (Abertura SubUrbana)
2015 - Prêmio aluno de graduação da revista Downbeat: “melhor composição em small ensemble” (Especiarías Búlgaras)
2015 - Prêmio estudante graduado da revista Downbeat: “excelente conjunto latino” (como maestro da Orquestra Frost Salsa)
2015 - Prêmio estudante graduado da revista Downbeat: “excelente engenheiro de gravação de estúdio”
2015 - Prêmio estudante graduado da revista Downbeat: “excelente engenheiro de gravação ao vivo”
2015 - Prêmio ASCAP Herb Alpert Young Jazz Composer, (Balance Shift)
2014 - Prêmio ASCAP Herb Alpert Young Jazz Composer, (Fábulas de Mingus)
2014 - Vencedora do prêmio JEN Student Composition Showcase, (Quebra-cabeças)
2014 - Prêmio para estudante de graduação da revista Downbeat: “excelente composição de grande conjunto” (Brookmeyer Motives)
2014 - Prêmio estudante graduado da revista Downbeat: “melhor engenheiro de gravação de estúdio”
2014 - Prêmio da Imprensa Brasileira (Bossa Nova Sinfônico)
2013 - indicação ao Latin GRAMMY como “melhor compositor clássico” (Abertura Jobiniana)
2013 - Concurso Nacional de Arranjadores ARS Brasilis (Brasil) em homenagem a Milton Nascimento: 3º lugar
2013 - Prêmio aluno de graduação da revista Downbeat: “melhor conjunto latino” (como maestro do Frost Recording Ensemble)
2013 - Prêmio aluno de graduação da revista Downbeat: “melhor ensemble clássico” (como maestro do Henry Mancini Institute Chamber Ensemble)
2012 - Prêmio aluno de graduação da revista Downbeat: “excelente composição em pequenos conjuntos” (Transfigurações Brasileiras)
2011 - Um dos 30 músicos brasileiros selecionou artistas para participar do programa nacional RUMOS, patrocinado pelo Banco ITAU
2010 - Um dos cinco regentes selecionados para participar do Prelúdio concurso (concurso de música erudita para jovens músicos realizado pela TV Cultura do Brasil)
2009 - 1º Lugar no II Prêmio Latino-Americano de Composição Ricardo Rizek para jovens compositores (Pelos Ares)
2008 - Vencedor com o Quarteto Rafael de Lima de FURNAS: Prêmio GERAÇÃO MUSICAL III no Estado de São Paulo - categoria: Música Instrumental
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